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A artilharia e as metralhadoras na I Guerra Mundial

A I Guerra Mundial aconteceu num momento em que as inovações tecnológicas chegaram de forma massiva ao armamento. O sargento Peres de Carvalho recorda o efeito da artilharia durante o ataque às tropas portuguesas em La Lys, no dia 9 de abril de 1918.

No ar, e pela primeira vez em grande número, utilizaram-se aviões, primeiro para observação e depois para combate e bombardeamento. No mar foi o submarino que mostrou a sua influência, anunciando a sua importância que se acentuaria durante a II Guerra Mundial.

Em terra o comboio e as viaturas a motor permitiram deslocar homens e material de forma mais rápida e em maior número. Perto do final da guerra surgiria também, em número reduzido, o carro blindado armado, ou tanque.

Pela primeira vez foram também utilizados, de forma maciça canhões de recuo e de grande calibre que permitiam realizar bombardeamentos até 20 quilómetros de distância e, nas trincheiras, o matraquear das metralhadoras tornou-se um som familiar.

Numa entrevista, concedida à Emissora Nacional em 1967, o sargento Peres de Carvalho recorda o impacto da artilharia sobre os homens que lutavam nas trincheiras. O seu depoimento foi recolhido para um programa da rádio pública sobre a batalha de La Liz e ele descreve o bombardeamento que antecedeu o avanço alemão.

Ficha Técnica

  • Título: Portugal na Batalha de La Lys
  • Tipo: Extrato de Programa
  • Autoria: Gil Montalverde
  • Produção: Emissora Nacional
  • Ano: 1967
  • Fotografias: Ilustração Portuguesa (Hemeroteca de Lisboa)

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