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A estratégia de Afonso de Albuquerque para dominar o Índico

Conquistou Goa, Ormuz e Malaca, mas os planos de Afonso Albuquerque superaram os desígnios de D. Manuel I. O navegador português, a quem Camões chamou o Terrível, abriu um novo capítulo na política expansionista da coroa portuguesa. Este fidalgo militar rapidamente percebeu que não bastava dominar os mares para ter um império a Oriente. Era necessário criar uma potência ultramarina, com capacidade militar, administrativa e económica. A grande estratégia seguida chamava-se miscigenação.

Quando assumiu a governação do Estado da Índia, Afonso de Albuquerque tinha uma visão para o império português na Ásia, o mesmo que ele estava a fundar desde 1510, data da conquista de Goa, um importante porto marítimo que ficaria nas mãos dos portugueses durante 451 anos.

O historiador José Manuel Garcia resume aqui os feitos do navegador por terras do Oriente e alguns pontos-chave desse grande plano que se revelou a estratégica política mais acertada para aquela região, que fica do outro lado do mundo.

Ficha Técnica

  • Título: Literatura Aqui
  • Tipo: Extrato de Programa Cultural
  • Produção: até ao Fim do Mundo
  • Ano: 2018

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