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Como nasce uma ânfora romana

Descobrir como os romanos faziam louça corrente ou as ânforas utilizadas no transporte de mercadorias foi um dos objetivos do oleiro Paulo Franco e da Quinta do Rouxinol, no Seixal. A recuperação desta arte já mereceu o interesse internacional.

Com um pau e algumas canas, o oleiro Paulo Franco consegue reconstituir a forma como os romanos modelavam as ânforas que há dois mil anos transportavam peixe, azeite ou vinho das praias do Tejo para toda a Europa.

A recuperação desta arte pelo artesão português já mereceu a atenção internacional até porque as ânforas são peças centrais no comércio internacional durante o período romano, encontrando-se vestígios destes vasos por toda a Europa e Norte de África. Na Quinta dos Rouxinóis (Seixal) foi possível juntar a modelação do barro com a sua cozedura, já que ali foi reconstruído um forno seguindo o modelo de estruturas semelhantes encontradas nas proximidades durante escavações arqueológicas.

A reunião destas duas valências tem atraído a atenção de especialistas de todo o mundo e, em 2010, aquele centro foi palco de um seminário internacional dedicado ao tema.

Nesta reportagem pode ouvir depoimentos de Paulo Franco, oleiro; Jorge Raposo, arqueólogo do Ecomuseu Municipal do Seixal; Carlos Fabião, investigador da Universidade de Lisboa; David Williams, professor da Universidade de Southampton e César Santos, arqueólogo.

Ficha Técnica

  • Título: A Olaria Romana
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Filipa Costa
  • Produção: RTP
  • Ano: 2010

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