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Drogas legais? Quem tomou diz não!

Taquicárdia, psicoses agudas ou internamento psiquiátrico são as possíveis consequências do consumo das novas substâncias psicoativas, antes consideradas "drogas legais".

Estas substâncias com crescente procura, não estão contempladas nas definições e leis internacionais sobre as drogas ilegais (Convenção Única das Nações Unidas de 1961 sobre os estupefacientes e Convenção das Nações Unidas de 1971 sobre substâncias psicotrópicas).

São imitações sintéticas de drogas ilegais, como a cannabis, ecstasy, heroína, têm uma composição química semelhante e diferenças suficientes para não serem  proibidas, mas são um perigo para a saúde porque os seus efeitos não são ainda totalmente conhecidos.

Desde 2013 que a sua venda em Portugal é proibida e, os locais onde eram normalmente vendidas, as smartshop, foram encerrados pelas autoridades mas o seu consumo ainda persiste, graças ao fabrico e venda clandestinos.

Um substituto de cocaína, uma droga ilegal, pode ser identificado, como fertilizante para plantas e provocar danos difíceis de ultrapassar. Esta reportagem de Ana Romeu, dá exemplos,  mostra alguns testemunhos e o alerta do psicólogo Luís Patrício que acompanhou as tentativas de recuperação de pessoas afectadas pelo consumo das chamadas drogas legais, numa altura em que as smartshops ainda estavam abertas ao público.

Ficha Técnica

  • Título: 360 Graus - smartshops
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Ana Romeu
  • Produção: RTP
  • Ano: 2013

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