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Fazer as contas ao perigo

O BASE jumping é uma modalidade que tem vindo a ganhar adeptos em todo o mundo. A perigosidade envolvida é muita e o principal factor é a curta distância do salto. Nada como fazer as contas para percebermos como pode ser perigoso.

O acrónimo B.A.S.E. significa Building, Antenna, Span e Earth, ou seja, Edifício, Antena, Ponte e Terra, com Terra a significar penhasco ou falésia, na prática.

A grande diferença entre esta modalidade e a de queda livre é a distância do solo, sendo bastante menor no BASE jumping. Por isso, o equipamento utilizado é diferente, usando-se um pára-quedas adaptado a saltos de baixa altitude. Tendo como princípio básico o uso de uma das quatro plataformas fixas de lançamento que lhe dão o nome, acresce ainda uma outra dificuldade: obter autorização para utilizar essas plataformas.

A modalidade é proibida em muitos países, pelo elevado índice de mortalidade que tem. Se olharmos para a matemática e física que envolve, ficamos com uma noção clara de que não há tempo para quase nada. Algumas vezes, nem mesmo para abrir o pára-quedas.

 

Ficha Técnica

  • Título: ABCiência
  • Tipo: Extrato de programa
  • Autoria: RTP/ Ciência Viva
  • Produção: Cinemate
  • Ano: 2008

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