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A Lusitânia Romana

A província criada por Augusto entre 16 e 13 a.C. ocupava grande parte de Portugal, a Extremadura espanhola e uma área da Andaluzia. Era o território mais ocidental do império romano, exportava minério e conservas de peixe. Eis a Lusitânia dos lusitanos.

Quando os romanos chegaram às terras do fim do mundo, o ponto extremo ocidental onde o mar do mediterrâneo se junta ao oceano atlântico, encontraram a Península Ibérica habitada por tribos que receberam os invasores de armas nas mãos. Os confrontos sucederam-se, mas os ocupantes, em vantagem numérica e organizados em exército, acabaram por tomar o território e fazer dele uma província de Roma que rapidamente romanizaram.

Augusto (63 a.C.-14), primeiro grande imperador  romano, chamou Lusitânia a esta  vasta geografia que abarcava Portugal quase inteiro, do Douro ao Algarve, ia pela Extremadura espanhola até uma pequena parcela da Andaluzia. Para esta província, de reconhecida importância estratégica para o império, mandou o imperador construir uma capital de raiz, Augusta Emerita, a atual Mérida.

Sabiam os romanos que a terra era boa, fértil, que tinha riquezas naturais, que era preciso explorar. A província exportava minério e preparados de peixe, que iam de Troia, o maior centro de produção de conservas do império.

 

Ficha Técnica

  • Título: Literatura Aqui
  • Tipo: Extrato de Programa - Reportagem
  • Produção: até ao Fim do Mundo
  • Ano: 2016

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