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Os árabes, a medicina e a farmácia

Nos séculos que estiveram na Península Ibérica, os árabes deixaram marcas dos seus saberes milenares também aprofundados na arte da medicina. Dos tratados com descrições das cirurgias ao armazenamento dos medicamentos, o legado ao Ocidente foi valioso.

Durante muito tempo a medicina que se conhecia e praticava no mundo ocidental estava contida nos tratados da Antiguidade Clássica, de gregos e romanos como Hipócrates, Galeno ou Dioscórides. Os médicos muçulmanos estudavam a teoria nas obras traduzidas, mas era sobretudo na prática e no gosto que desenvolveram pela botânica, a tarefa exaustiva de identificar plantas, que se distinguiam. Os mais famosos como Ibn Wafid e az- Zahrawi, compilaram e transmitiram conhecimento que não existia na época, nomeadamente descrições detalhadas de cirurgias e representações gráficas dos instrumentos.

Mas há uma outra importante inovação para melhor preservar e conservar os medicamentos deixada pelos árabes e mantida durante muitos séculos após a Reconquista. São recipientes especiais, aqui descritos por Paula Basso, conservadora do Museu da Farmácia, e que são muito diferentes daqueles que eram produzidos pelos romanos.

  • Temas: História
  • Ensino: 3º Ciclo, Ensino Secundário

Ficha Técnica

  • Título: Visita Guiada - Museu da Farmácia
  • Tipo: Extrato de Programa Cultural
  • Autoria: Paula Moura Pinheiro
  • Produção: RTP
  • Ano: 2016

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