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Três memórias do vulcão dos Capelinhos

Deco Mota, médico e fotógrafo, Freitas Pimentel, Governador Civil da Horta, e o faroleiro Tomás Pacheco, estiveram no centro do estudo da atividade do vulcão dos Capelinhos em 1957 e 1958. Os filhos recordam-nos cinquenta anos depois da erupção.

O faroleiro Tomás Pacheco, que vivia nos farol dos Capelinhos, viu o vulcão nascer e foi obrigado a deslocar a família e os bens porque estavam demasiado perto da erupção. Ao longo dos 13 meses seguintes regressaria repetidas vezes ao local para recolher amostras e escrever um diário onde relata os principais momentos da história dos Capelinhos.

Deco Mota era médico e fotógrafo e deixou um dos mais importantes testemunhos visuais do vulcão, com cerca de 600 imagens, tiradas em diferentes momentos da erupção.

Freitas Pimentel também era médico e Governador da Horta, assumiu a responsabilidade pela ligação com o governo e coordenou as operações de ajuda da população que vivia nas imediações da erupção. Com cerca de cem contos conseguiu resolver os problemas imediatos causados por este desastre natural.

As histórias destes três homens é recordada nesta reportagem feita 50 anos após a erupção e onde são entrevistados os seus descendentes.

Ficha Técnica

  • Título: Memórias do Vulcão dos Capelinhos
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Manuia de Sousa
  • Produção: RTP
  • Ano: 2007

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