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Os costumes da burguesia portuguesa do século XIX enquadram a história de três gerações da família Maia; O Patriarca, Afonso Maia, o seu filho Pedro,traído pela mulher, e o diletante neto, Carlos. Nas idas a Sintra, nas corridas e nos serões literários dos Maias, Eça fala também da educação de ideal Liberal, do peso excessivo da Igreja e de uma sociedade incapaz de se modernizar.

Eça de Queirós foi jornalista, diplomata e conheceu além fronteiras realidades diferentes das de Portugal. Neste romance que demorou cerca de sete anos a escrever, verteu as experiências da sua vida, com uma intenção revelada no subtítulo do livro Episódios da vida Romântica: a sátira à sociedade portuguesa, condicionada pelo Romantismo do século XIX, sempre atrasada face ao progresso europeu.

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