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O canto tradicional, agora reconhecido como Património da Humanidade, é executado em grupo e sem acompanhamento de instrumentos. Originário do Baixo Alentejo, tem como temas o trabalho, o amor, a contemplação e a nostalgia.

Temas que nasceram espontâneamente no povo que, para o escritor Miguel Urbano Rodrigues, a herança do «sangue mouro» fez verter nas horas de convívio cantares nostálgicos e dolentes.

Outro escritor alentejano, Manuel da Fonseca, diz que o sentido da interrogação despertado pelo isolamento das planícies alentejanas é também uma característica expressa na arte, na poesia e na canção alentejanas.

Dois escritores, duas opiniões recolhidas neste extrato do documentário “Julho no Baixo Alentejo” de 1978 e que ajudam a compreender o cantar alentejano que agora é de toda a Humanidade.

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