Pesquisar

A marinha na I Guerra Mundial

A república tentou desenvolver um programa de construção naval com o objetivo de renovar a armada, mas quando rebentou a guerra viu-se obrigada a mobilizar navios civis para responder às necessidades do conflito.

No arsenal de Lisboa construíram-se canhoneiras, contratorpedeiros e foi até comprado um submarino, mas com a chegada do conflito foi necessário mobilizar diversos navios civis e adaptá-los para operações militares, transformando-os, nomeadamente, em caça-minas ou patrulhas.

Os principais portos do país, Lisboa e Leixões, receberam as defesas possíveis: artilharia, campos de minas, patrulhas caça minas e redes anti-submarinas, para evitar que os U-boats alemães realizassem qualquer ataque. Curiosamente, e apesar do conflito, a pesca do bacalhau nunca foi interrompida durante o período em que durou a guerra.

Ficha Técnica

  • Título: Postal da Grande Guerra - A marinha
  • Tipo: Programa
  • Autoria: Sílvia Alves
  • Produção: RTP
  • Ano: 2017

A RTP utiliza cookies no seu sítio para lhe proporcionar uma experiência mais agradável e personalizada. Saiba mais aqui