Os caminhos para perceber a demência

Quando a memória desaparece, aquilo que consideramos ser a pessoa também desaparece. A progressiva perda de capacidades cognitivas, ou demência, como é geralmente referida, é um problema que está no centro da preocupação de vários cientistas portugueses que tentam perceber como surgem e se desenvolvem as várias doenças que causam este tipo de distúrbios.

O Alzheimer, uma alteração neurológica que causa perda de memória e o declínio cognitivo progressivo, é a patologia mais frequente entre os doentes atingidos por este tipo de doenças, mas existem diversas enfermidades que causam problemas semelhantes, como é o caso de acidentes vasculares em diferentes pontos do cérebro.

Neurociência – investigação nacional
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São as marcas deixadas por estas doenças e a forma de as detetar que são estudadas em locais como o Banco Português de Cérebros ou a Fundação Champalimaud. No primeiro, estudam-se dezenas de cérebros doados, e no segundo aperfeiçoa-se tecnologia que permite detetar com antecedência os distúrbios que podem atingir aquele importante orgão.

Estes estudos são de grande importância não só para entender a evolução das diversas enfermidades, mas também para diagnosticar de forma mais  correta os problemas que podem vir a surgir.

O cérebro é uma máquina de aprendizagem
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Ficha Técnica

  • Título: Estufar a demência
  • Tipologia: Reportagem
  • Autoria: Joana Machado/ André Miguel/ José Rui Rodrigues
  • Produção: RTP
  • Ano: 2022