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Privacidade e vigilância

Mais de dois triliões de dados, alguns deles biométricos, são recolhidos diariamente pelo mundo. A nossa exposição digital tem aumentado, mas as fronteiras da privacidade individual são cada vez mais reduzidas. Apesar disso, ainda é baixo o número de queixas por invasão de privacidade por meios digitais.

No dia-a-dia estamos cada vez mais expostos a aparelhos electrónicos de vigilância enquanto, por outro lado, temos cada vez menos controlo sobre o destino que é dado ao material que é recolhido durante esse processo. Apesar desta ausência de informação, a população tem poucas preocupações com este problema, talvez por não ter noção da sua dimensão.

Há poucas queixas de cidadãos precisamente porque desconhece do que está a ser recolhido, segundo a Provedora de Justiça. “Se as pessoas tivessem consciencioso grau de exposição que os novos meios tecnologicos permitem (…) agiriam de outro modo”, defende Maria Lúcia Amaral.

Em países como a Rússia, algumas startups utilizam a darkweb para aceder a listas de câmaras de vídeo através das quais procuram identificar pessoas com tendências homossexuais ou com características associadas a criminosos, põr exemplo. Parece ficção, mas não é.

Ficha Técnica

  • Título: Fronteiras XXI: Vigilância e provacidade
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Joana Machado
  • Produção: rtp
  • Ano: 2018

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