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Tesouros arquivados na RTP

Alguma vez se perguntou de onde vêm as imagens que surgem no meio de filmes ou reportagens feitas nos dias de hoje, com toda a tecnologia digital, imagens tão antigas de Portugal? A resposta está na RTP, em mais de um milhão de filmagens. Está tudo guardado em quilómetros de corredores com prateleiras repletas de caixas redondas. Um lugar frio, como uma caverna do tesouro.

Na era das fitas, o tempo corria de forma diferente. Deslizava em películas magnéticas que se enrolavam em bobinas. O stress já existia neste meio da comunicação, mas os materiais eram outros, designados como analógicos. Ou seja, não era envolvida tecnologia digital. E foi assim desde o início da televisão em Portugal, em 1956, e durante cerca de 40 anos.

Ainda hoje não estão digitalizadas todas as imagens captadas em fita. Mais de um milhão de bobinas. Mas todos os originais estão bem preservados num espaço próprio, em ambiente adequado ao material. E já são quase únicas as mãos que conhecem a arte de como se fazia no passado e de como se trabalha no presente para poder escolher o que melhor pode servir no futuro.

O arquivo da RTP (Rádio e Televisão de Portugal) é o mais rico do país no que toca a filmagens, até por ter sido a única televisão em Portugal até aos anos 90 do século XX. Detém por isso praticamente o monopólio de imagens de carácter jornalístico, documental e artístico até essa altura.

Ficha Técnica

  • Título: Telejornal - 7 de fevereiro de 2021
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Ana Luísa Rodrigues / Rui Cardoso, Paula Meira
  • Produção: RTP
  • Ano: 2021

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