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Frutos silvestres, mesmo à mão de apanhar

Uma floresta diversa, de uma paisagem que não comemos. Mas podíamos, até porque já o fizemos. Os alimentos silvestres provenientes de árvores, arbustos e plantas rasteiras estão por aí, à mão de semear. São alternativos e fazem bem à saúde.

A borragem, por exemplo, sabe a pepino, e outras flores, bagas e raízes sabem a maçã, espinafres e a um sem número de alimentos que compramos, muitos deles cultivados de forma intensiva e com recurso a químicos.

Portugal tem uma variedade arbórea e de vegetação notável no que toca a fornecer alimento. Mas estas espécies, apesar de autóctones, são simplesmente ignoradas, vistas como vegetação selvagem, quando muito com serventia ornamental. Acontece que fornecem frutos silvestres com elevados teores de substâncias benéficas para o organismo, como por exemplo os antioxidantes.

De sabores muitas vezes conhecidos por se assemelharem a outros alimentos que comemos, ficaram de lado após a industrialização ter tomado lugar na sociedade. Passou a ser alimentação de pobres e, agora, nem isso. Só de curiosos. Mas aos poucos, dessa curiosidade começa a surgir um regresso a uma alimentação mais natural, como acontece no caso da bolota.

Frutos e ervas silvestres não são daninhos. Foram apenas postos de lado. Mas continuam à nossa volta. Ao nosso dispôr.

 

 

 

Ficha Técnica

  • Título: Biosfera - episódio 32, temporada 17
  • Tipo: Extrato de Programa
  • Produção: Farol de Ideias
  • Ano: 2019

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