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Salazar e o culto da personalidade

O chamado Estado Novo surge dentro da Ditadura Nacional pela mão de Oliveira Salazar, que vai impondo os seus pontos de vista e a sua presença, primeiro no Ministério das Finanças e, depois, em todo o país.

António Oliveira Salazar é exímio na gestão da sua imagem nos primórdios da ditadura e mesmo nos anos posteriores.

Começa por se impor no ministério das Finanças para onde é nomeado por Óscar Carmona que, ao longo do tempo, vai substituindo os governos, mas mantendo o responsável pelas finanças até este assumir a presidência do Conselho de Ministros.

Segundo os especialistas Salazar faz uma cuidada gestão da sua imagem, que se caracteriza “por um culto da personalidade sem culto da personalidade”, mostrando-se sempre pouco interessado em assumir-se como político enquanto a sua influência e popularidade se cimentava no meio político e social.

Há um episódio que ilustra bem esta gestão da imagem quando, em finais de 1932, o “Notícias Ilustrado” identifica entre as personagens dos painéis de S. Vicente um figura semelhante a Salazar.

Ficha Técnica

  • Título: A vida dos Sons - 1932
  • Tipo: Extrato de Programa
  • Autoria: Ana Aranha / Iolanda Ferreira
  • Produção: RDP
  • Ano: 2012

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