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Sarampo, o vírus que voltou

Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, olhos e nariz afectados como numa constipação e altamente contagioso. O sarampo, doença dada como erradicada em Portugal em 2016, bem como na maioria dos países europeus, voltou com surtos preocupantes. As autoridades de saúde alertam sobre a falta de vacinação.

O sarampo é uma infeção provocada por um vírus, caraterizada por febre, tosse, conjuntivite, corrimento nasal e manchas vermelhas na pele. Transmite-se por contacto direto com gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Habitualmente a doença é benigna, mas, em alguns casos, pode ser grave ou levar à morte.

Os sinais e sintomas do sarampo são febre e mal-estar, seguidos de corrimento nasal, conjuntivite e tosse.  Nalgumas situações podem surgir pontos brancos no interior da bochecha. Por fim, o aparecimento da erupção cutânea (“manchas” que se iniciam na face e que depois se espalham para o tronco e para os membros), febre alta e estado de extremo cansaço físico e psíquico.

A vacinação é a principal medida de prevenção do sarampo. Em Portugal é gratuita e está disponível para todas as pessoas. É dada em duas doses: uma com um ano e outra aos cinco anos de idade. As pessoas não vacinadas e que nunca tiveram sarampo têm uma elevada probabilidade de contrair a doença se forem expostas ao vírus. O contágio pode ocorrer desde 4 dias antes e até 4 dias após o início da erupção cutânea.

A maioria das pessoas recupera apenas com o tratamento dos sintomas. Os antibióticos não são eficazes contra o vírus do sarampo, mas são prescritos pelo médico para tratar as complicações, que podem ir de otites a pneumonias. Se não for tratado a tempo, o doente pode morrer.

 

Ficha Técnica

  • Título: Sarampo - o regresso evitável
  • Tipo: Vídeo institucional
  • Produção: Direcção Geral de Saúde
  • Ano: 2018

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