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Cemitérios de guerra e de memórias

António Gonçalves Curado foi a primeira baixa portuguesa na Flandres, mas não a primeira da guerra. Em África, já soldados portugueses tinham caído em combate numa guerra que, no final, iria cobrar cerca de oito mil vidas entre os militares nacionais.

A maioria dos que morreram com a farda portuguesa em França estão sepultados no cemitério militar português de Richebourg, em França, para onde foram levados entre 1924 e 1938. Mas António Gonçalves Curado seria transladado para a sua terra natal, Vila Nova da Barquinha,

Aquele cemitério francês não é o único que reúne restos mortais de combatentes portugueses da I Guerra Mundial. Em Lisboa, a Liga dos combatentes, que nasceu para apoiar os que tinham combatido no conflito, mantém talhões em diversos cemitérios onde estão sepultados veteranos que regressaram a casa. E existe ainda uma cripta no cemitério do Alto de São João onde repousam os restos mortais de cerca de cinco mil ex-combatentes.

Noutros pontos do país foram as autarquias a abrir espaços nos cemitérios para sepultar veteranos falecidos devido à idade ou aos efeitos da guerra, pois muitos regressaram afetados por ferimentos, gases ou stress pelo conflito.

Ficha Técnica

  • Título: Postal da Grande Guerra - Cemitérios de guerra
  • Tipo: Programa
  • Autoria: Sílvia Alves
  • Produção: RTP
  • Ano: 2018

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