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"Mulherzinhas", de Louisa May Alcott

Esta é uma história sobre a idade da adolescência. As aventuras de quatro jovens sonhadoras, rebeldes, dedicadas, intempestivas e românticas da classe média americana do século XIX. E os projetos que têm para o futuro numa sociedade patriarcal. As irmãs March trazem uma mensagem de emancipação da autora para o seu público feminino. Principalmente Jo, a indomável Jo, que quer ser independente e escritora. Como Louisa May Alcott.

Quando este romance foi publicado, as mulheres não podiam votar. Em 1868 o futuro só tinha  uma escolha para jovens como as irmãs March: arranjar um marido e encher o lar com filhos. Mas na casa desta família, uma adolescente desafia as regras sociais e prova que pode ser escritora, independente e feliz. A história de Jo cruza-se com a de Louisa May Alcott, a autora americana que lutou pela emancipação feminina, encontrou inspiração na própria vida para escrever “Mulherzinhas”.

O  sucesso foi imediato e duradouro: Alcott ficou uma celebridade e o livro passou a figurar entre os clássicos da literatura juvenil. Com igual êxito, as aventuras de Meg, Jo, Beth e Amy haviam depois de entrar no teatro e no cinema e prender espetadores aos seus sonhos irrequietos de raparigas, divididas entre os valores morais ancorados na família e a vontade de transgredir. No exercício da tradução, que desafios apresenta esta narrativa situada durante a Guerra Civil Americana? Responde, aqui, Marta Pinho.

Ficha Técnica

  • Título: Literatura Aqui - Mulherzinhas
  • Tipo: Extrato de Programa Cultural - Reportagem
  • Produção: até ao Fim do Mundo
  • Ano: 2019

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