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Que papéis para o sexo e o amor?

Estão os relacionamentos amorosos mais causais, menos afetivos? Que impacto têm as novas tecnologias na vida sexual? Helen Fisher analisa cérebros de pessoas apaixonadas e conclui que, para as novas gerações, o sexo tornou-se mais rápido, mas o amor mais lento. Com a democratização da internet, as aplicações e as plataformas de encontros conquistam cada vez mais utilizadores. Será uma forma mais simples de selecionar um parceiro?

Helen Fisher é uma antropóloga e bióloga norte-americana que estuda como têm evoluido as relações, o amor e a sexualidade. Tem como matéria-prima de trabalho os cérebros de pessoas apaixonadas e já investigou os relacionamentos amorosos em mais de 50 sociedades por todo o mundo. É autora de várias pesquisas sobre a forma como a tecnologia está a alterar o modo como as pessoas encontram parceiros. Acredita que apenas a estratégia reprodutiva é comum a todos os seres humanos.

Em plena era dos namoros computorizados, são múltiplas as questões que envolvem a forma como nos relacionamos. O trabalho de Helen Fisher tem mostrado, por exemplo, que o sexo passou a ser uma ferramenta utilizada para determinar se uma relação começa. Revela, ainda, que o amor e o compromisso chegam muito mais tarde do que há algumas décadas, mas é tempo que reverte, por norma, a favor de relações mais estáveis e duradoras.

Ficha Técnica

  • Título: Fronteiras XXI - Como se vive a sexualidade, hoje? - temporada 4, episódio 8
  • Tipo: Entrevista
  • Autoria: Fátima Faria
  • Produção: RTP
  • Ano: 2020

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