Trabalho ajuda a integrar refugiados ucranianos
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Trabalhar é um importante contributo para o bem estar e integração dos refugiados ucranianos que chegaram a Portugal após a invasão do seu país pelas forças russas, em fevereiro de 2022. Em Lisboa, a Junta de Freguesia de Benfica, comerciantes, e outras organizações, juntaram-se para ajudar.

Andrii Myronchuké trabalhava num quinta na Ucrânia, mas em Lisboa foi numa loja de aquários que reencontrou a possibilidade de voltar a ganhar um ordenado. Ele é apenas um dos refugiados que na freguesia de Benfica encontraram um emprego, num esforço de diversas organizações que pretendem contribuir para a integração dos refugiados em Portugal.

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Andrii não é caso único nesta freguesia ou no país. Entre as pessoas que chegaram a Portugal vindas de Ucrânia, havia gente especializada em áreas onde a procura de profissionais era maior, e outros que tiveram de se adaptar a novas realidades.

Nesta reportagem pode acompanhar as declarações de Andrii Myronchuk, refugiado ucraniano; de Tatiana, intérprete ucraniana; de Ricardo Marques, presidente da Junta Freguesia de Benfica; de Yeuheniia Fioktistova, refugiada ucraniana e de Larysa Kornieieva, refugiada.

Temas

Ficha Técnica

  • Título: Ucrânia. Arranjar trabalho é dos principais objetivos dos refugiados que chegam a Portugal
  • Tipologia: Reportagem
  • Autoria: Ana Luísa Rodrigues
  • Produção: RTP
  • Ano: 2022