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O futuro do mundo passa pelas cidades

Mais de metade da população mundial vive em zonas urbanas, em pequenas metrópoles ou em grandes aglomerados como Tóquio, São Paulo, Moscovo ou Pequim. Edward Glaeser defende que as cidades podem ser o principal pólo de desenvolvimento do mundo e um fator de coesão e crescimento.

Autor de “O Triunfo da Cidade”, Edward Glaeser dedicou várias décadas ao estudo das áreas mais densamente povoadas do mundo. Este professor de economia da Universidade de Harvard concluiu que as cidades são a “maior invenção” da humanidade, porque fomentam a inovação e a produção de novas ideias e criam o impulso necessário para a mobilidade económica e social.

A grande concentração de pessoas a viverem no mesmo espaço pode trazer grandes problemas, como acontece, por exemplo, nas favelas do Rio de Janeiro. Mas, apesar da violência e das dificuldades económicas, as pessoas permanecem. Segundo Glaeser, esta vontade de ficar resulta do facto de continuarem a acreditar que têm ali mais condições para melhorar a sua vida do que no campo.

Nos países em desenvolvimento as cidades estão mesmo a ser – segundo este especialista – o principal motor para o desenvolvimento.

Para este professor universitário a renovação económica surgirá de grandes ideias que resultem do convívio, contacto e troca de ideias entre quem vive o dia-a-dia mais próximo, o que potencialmente tem mais possibilidade de acontecer numa cidade.

 

Ficha Técnica

  • Título: Fronteiras XXI: O futuro do mundo está nas cidades
  • Tipo: Reportagem
  • Autoria: Márcia Rodrigues/ Ricardo Guerreiro
  • Produção: RTP
  • Ano: 2017

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