Correntes ibéricas: santuários de vida selvagem

Água é vida e, em cada rio, uma coleção de histórias. Neste documentário, vamos das margens ao fundo dos leitos descobrir as espécies que habitam os rios que atravessam Portugal e Espanha.

A Península Ibérica é marcada por uma rede fluvial que percorre paisagens variadas, dos vales montanhosos às planícies do litoral, proporcionando habitats ricos e diversificados e uma impressionante variedade de vida selvagem. Rios como o Tejo, o Álvoco, o Sado, o Minho e o Tua são artérias vitais, onde se observa uma fascinante interação entre a água e a vida. Nos fundos, encontram-se espécies de semblante enigmático como a lampreia, a rasar a superfícies, o melro-de-água que se destaca com o seu voo rápido.

- Os rios da Península Ibérica formam-se em zonas de montanha. Os maiores, que correm em Portugal e Espanha, são o Tejo, o Guadiana, o Douro e o Minho.
- A lampreia é uma espécie autóctone do Rio Minho, onde nasce. Cresce no mar e volta ao rio para procriar e morrer.
- Rio Minho, uma fronteira natural entre o norte de Portugal e a Galiza, Espanha.
- As lezírias do estuário do Tejo são ecossistemas onde a vida selvagem e a do homem se cruzam em grande harmonia.
- Ao longo do rio Tejo, há ilhas que são verdadeiros paraísos da vida selvagem. Com forte florestação, inúmeras espécies de aves nidificam aqui, sem se preocuparem com predadores.
- Formadas por vegetação típica nas margens dos rios, as galerias ripícolas fazem a transição entre ecossistemas terrestres e aquáticos.
- A lontra é um mamífero espalhado por toda a Península, perfeitamente adaptado à vida aquática. Aqui, à pesca, nas margens do rio Tua.
-A comunidade de golfinhos-roazes que habita o Sado, junto ao Atlântico, é única na Península Ibérica.
- Na Cantábria, no norte de Espanha, o salmão regressa ao rios onde nasceu para desovar e assim perpetuar a espécie.
- Nas margens do Douro imperam as aves de grande porte, como os abutres e o milhafre-preto - um exímio pescador e caçador necrófago.
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As margens dos rios são igualmente vibrantes. Nas sombras das árvores ribeirinhas, a lontra é uma presença furtiva, movendo-se com agilidade entre os juncos, enquanto o milhafre-preto vigia do alto, planando com elegância. No rio Sado, os golfinhos-roazes são uma visão encantadora e demonstrativa do equilíbrio delicado entre os seres vivos e o ambiente fluvial.

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Já nas lezírias do Tejo, que se estendem como tapetes férteis de biodiversidade, é possível observar aves como as colhereiras que, com os seus bicos largos e graciosos e ao sabor das marés, vasculham a lama em busca de pequenos crustáceos. Paisagens que são um verdadeiro santuário para a fauna, onde cada rio conta a sua própria história de vida selvagem.

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