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Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas

Valentes e destemidos são os heróis do grande clássico de capa e espada de Alexandre Dumas. Partilham aventuras perigosas, combates gloriosos, valores de justiça, coragem, lealdade e, acima de tudo, partilham uma amizade. "Um por todos e todos por um" é o lema de Porthos, Athos, Aramis e do gascão D´Artagnan contra os inimigos de Luís XIII e Maria Ana de Áustria. Mosqueteiros na literatura, no teatro e no cinema, o sucesso está sempre garantido para estes quatro companheiros inseparáveis.

Quando Alexandre Dumas (pai) criou os Três Mosqueteiros, nem suspeitava que as aventuras de capa e espada iriam ser projetadas numa coisa chamada cinema. Nem podia. Os filmes chegariam décadas depois do romance, escrito em 1844. Primeiro em folhetins, depois em livro, a narrativa, ainda marcada pelo romantismo, tinha os ingredientes certos para cativar leitores e futuros espetadores. Intriga, paixão, humor, suspense e ação sucedem-se nesta história que mistura realidade e fantasia para reconstituir o ambiente do final do século XVII francês.

Com coragem, valentia e um lema que ficou gravado na memória coletiva, “Um por todos e todos por um”, as espadas de Porthos, Athos, Aramis e D´Artagnan vão cruzar-se para salvar Luís XIII e a rainha Maria Ana de Áustria  da conspiração política do cardeal Richelieu.

Depois, os mais destemidos Mosqueteiros de sempre chegaram ao cinema, e aí foi o início de uma outra história para o jornalista Mário Augusto.

 

 

 

 

 

 

 

Ficha Técnica

  • Título: Nada Será Como Dante - Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas
  • Tipo: Extrato de Programa Cultural - Reportagem
  • Produção: até ao Fim do Mundo
  • Ano: 2020

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