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A indústria durante o Absolutismo e o Liberalismo

O fim das riquezas do Brasil obriga o país a apostar na implementação de estruturas industriais. Fomenta-se a criação de companhias monopolistas, protegem-se empresários e produtos nacionais, mas o desenvolvimento industrial é desordenado e lento.

Com o objetivo de fomentar o crescimento da indústria, o Marquês de Pombal aposta na implementação de companhias privilegiadas e monopólios em áreas tão diversas como a tecelagem, a tinturaria, o vidro ou a agricultura.

Após o seu afastamento, na sequência da morte de D. José, a política de fomento industrial e de protecionismo continua. Isto appesar de se assistir à privatização de parte da produção e ao surgimento de fábricas que desenvolvem novos produtos, com é o caso da seda.

As invasões napoleónicas, a partir de 1807, a ausência da corte e a guerra civil entre absolutistas e liberais, que se seguiu, criaram grande instabilidade na produção industrial, assistindo-se também à destruição de diversas estruturas manufatureiras. É um periodo de profunda recessão que conduz a um grande empobrecimento da população.

É já em pleno liberalismo que chega a máquina a vapor, mas a sua implementação é demorada e dispersa. A necessidade de carvão e de técnicos que entendam a mecânica das máquinas são obstáculos à sua generalização e muitas indústrias continuam a apostar nos sistemas hidráulicos e eólicos para assegurar o fornecimento de energia.

Ficha Técnica

  • Título: História da Indústria em Portugal - Absolutismo, liberalismo, proteccionismo e livre-câmbio
  • Tipo: Documentário
  • Produção: RTP/ AEP
  • Ano: 2000

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