Onde há mais e onde há menos gente
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Prevê-se que em 2023 a Índia ultrapasse a China como país mais populoso do mundo. Cidades como Nova Deli ou Bombaim enfrentam graves problemas de infraestruturas e a população pobre e sem condições sanitárias cresce a cada dia. Na Europa sucede o oposto: cada vez nasce menos gente.

As previsões apontam para que em 2023 a Índia ultrapasse a China como país mais populoso do mundo, com mais de mil e 400 milhões de habitantes. Um país onde as grandes metrópoles rebentam pelas costuras devido às migrações internas. O resultado é pobreza em larga escala, níveis perturbadores de poluição e altas taxas de desemprego.

Depois da Ásia, que ocupa o primeiro lugar na  escala da população mundial, segue-se o continente africano, onde ter filhos está associado a riqueza e poder. Um exemplo gritante é o da Nigéria, onde sem políticas de controlo da natalidade se estima que a população cresça 75 por cento até meados do século.

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Na Europa, acontece o oposto: cada vez nasce menos gente. Itália surge, em 2021 e segundo o Eurostat (Gabinete de Estatísticas da UE), como o país mais envelhecido, mas outros há no mesmo caminho, como é o caso de Portugal. Com cada vez mais idosos e menos população ativa, colocam-se a estes países questões como, por exemplo, a da sustentabilidade económica.

Os contrastes de desenvolvimento determinam o fosso demográfico no mundo. Enquanto os mais ricos cada vez têm menos filhos, os mais pobres sustentam o aumento da população mundial em zonas do planeta onde não têm, muitas vezes, condições básicas de vida.

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Ficha Técnica

  • Título: Jornal da Tarde - 15/11/2022
  • Tipologia: Extrato de Programa
  • Autoria: Pedro Oliveira Pinto
  • Produção: RTP
  • Ano: 2022