“Portugal”, de Jorge Sousa Braga
“Nevoeiro”, de Fernando Pessoa
“Café Orfeu”, de Manuel António Pina
“O Armário ou o Quarto Poema do Português Errante”, de Manuel Alegre
“Cantiga, Partindo-se”, de João Roiz de Castelo-Branco
“E Tudo Era Possível”, de Ruy Belo
“Poema podendo servir de Posfácio”, de Mário Cesariny
“Deriva VIII”, de Sophia
Poema de Fiama Hasse Pais Brandão: “Nada tão silencioso como o tempo”
“Syrinx, Ficção Pastoral (XVII)”, de António Franco Alexandre
“E o que te diz ela a ti”, de Manuel Gusmão
“Cabril”, de Jorge de Sousa Braga
“Libera-me”, de Carlos Queiroz
Os Maias, de Eça de Queirós
“Noutros Lugares”, de Jorge de Sena
No centenário do nascimento de Mário Dionísio